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09/12/2017 ### José Moreira de Souza ### Belo Horizonte
28ª FEIRA NACIONAL DE ARTESANATO NA EXPOMINAS. Amanhã é o último dia. Visitas das 10 horas até 22 horas. Eu tenho me encontrado com gente de todos os recantos de Minas Gerais. Gostaria demais de ver alguma pessoa de Gouveia. Já abracei os visitantes do Mucuri, do Rio Doce, de Pirapora, de Curvelo, de Governador Valadares. Até agora não vi ninguém de Gouveia. Apesar disso, o livro "Camilinho, escola de vida" tem sido apreciado. O Selo da AFAGO também adorna nosso stand cedido gentilmente pelo SESC MG.

20/11/2017 ### Adilson do Nascimento ### Belo Horizonte - MG
A aniversariante de hoje é nossa amiga Neuza de Miranda Ribas. Parabéns!!!

08/11/2017 ### Adilson do Nascimento ### Belo Horizonte - MG
TARDE DE AUTÓGRAFOS Será com imenso prazer que esperarei por todos vocês, amigos da AFAGO, para nos reencontrarmos, sem quaisquer outras ostentações, a não ser a celebração da amizade, para o lançamento do meu livro GOUVEIA: História, Reminiscências e Saudades. Data: 9 de dezembro. Local: Prédio da Rádio Kobu. Rua Efigênio Gomes Pereira, nº 26, (gentilmente cedido pelo meu amigo Toninho das Lajes). Horário: A partir das 15 horas. Maiores detalhes no site São Roberto Forever Nova Afago – Grupo de Poetas Gouveanos e em meu facebook.

06/11/2017 ### Antônio de Paiva Moura ### BELO HORIZONTE
Caro Dr Raimundo Ficou supimpa sua reportagem. Grato por sua referência a meu trabalho em Diamantina. Grande abraço Antônio Moura

28/10/2017 ### Raimundo Nonato de Miranda Chaves ### Belo Horizonte


No início de outubro, precisamente de quatro a sete, aconteceu em Diamantina o 4º Festival de História, promovido pelo IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Grupo de associados da CMFl – Comissão Mineira de Folclore, capitaneado pelo presidente José Moreira de Souza, compareceu e colaborou efetivamente. Organizaram-se oficinas, Téo Azevedo e Ricardo Evangelista; Lançaram-se livros, Frei Chico, Antônio Paiva Moura, Luiz Santiago e este comentarista. Venderam-se livros, além dos citados, José Moreira, Tita, Antônio de Oliveira Melo, CMFl (revistas) e ainda outros livros de Luiz Santiago e de Antônio de Paiva Moura.
A CMFl procura visibilidade e tem alcançado sucesso.
No dia 6, o grupo da CMFl participou de encontro no Conservatório Lobo de Mesquita. O Conservatório havia realizado a semana do folclore e então, a diligente associada Ione Amaral pegou a deixa e organizou o encontro de aproximação; donde pode resultar até parceria. A concretização da ideia foi bem sucedida. A reunião decorreu com satisfação dos representantes de ambas as instituições.
Na oportunidade, o presidente Moreira, de forma brilhante, comentou sobre História da Música Barroca.
Frei Chico, relatou, emocionado, a epopeia do jovem Frei Holandês mandado ao Vale do Jequitinhonha. Voltou vitorioso, entendendo como poucos daquele mundo tão diferente e, de lambuja, trazendo sua obra prima: Dicionário da Religiosidade Popular. Para registro, ganhei de presente, hoje, DVD gravado pela Orquestra de Violeiros de Garça. Na sexta faixa do DVD: " Beira Mar ", adaptação de Frei Chico. O maestro e coordanador da orquestra: prof. Adriano Freitas comenta a música e a história do famoso frei holandes.
O professor Antônio de Paiva Moura, não menos brilhante, discorreu sobre seu trabalho e sobre a história de Diamantina que ele conhece muito bem. Aliás, ele se sente muito bem naquelas paragens. Sua esposa é descendente e herdeira do famoso Empório Sampaio e Mota Ltda. que, no passado, juntamente com os Felício dos Santos e os Mata Machado, eram os donos de Diamantina.
Ainda, a figura simpática de Luiz Santiago, aquele extremamente barbudo que aparece nas fotos acima. Luiz Santiago, para quem não conhece, é o homem do corpo fechado. Ele sabe tudo sobre como fechar o corpo contra armas de fogo e contra facas e punhais, inclusive relatou a história dos homens que, no século passado, tinham o corpo fechado. Luiz Santiago, hoje, tem uma questão para resolver: Você, que é conhecedor da História da Terra Mineira, sabe que o Intendente dos diamantes Felisberto Caldeira Brandt quis apunhalar ao Ouvidor da Comarca do Serro Frio porque este senhor, indiretamente, havia cantado a sobrinha do Caldeira Brandt. A honra deveria ser lavada com sangue, essa era a lei. Na chamada hora H o vigário, surgiu do nada, trazendo uma cruz a interpôs entre o punhal e o peito do ouvidor, salvando-o. Coloco a questão: O Ouvidor tinha o corpo fechado? Ou, naquele instante, aconteceu um milagre?
Importante registrar aplausos e parabéns à Ione Amaral - aquela simpatia que aparece na foto apontando alguma coisa que só ela vê -. aplausos e parabéns pela competência e pela dedicação com que ela se houve no planejamento e na execução da viagem a Diamantina.
Mas o encontro não termina por aí, afinal escrevi sobre apenas uma das instituições, a Cmfl.
O Conservatório representado por uma turma atenciosa, liderada pela jovem diretor, professores, alunos e belos números de danças. A dança do pau de fita, a dança de São Gonçalo, com arcos decorados, e com belas evoluções das meninas-moças, lideradas pelo gigante de ébano, conhecido como Chicão. Até O nome é grande, mas a graça e a leveza de dançarino. Chicão, simpático e atencioso, é natural de Gouveia. No momento ele está organizando grupo de congado na comunidade de Riacho dos Ventos e dá aulas de danças na Vila Alexandre Mascarenhas, tudo sob a responsabilidade da Secretaria Municipal de Cultura de Gouveia. Isto é uma notícia muito boa. Quem sabe se nos próximos anos não teremos Ternos de Congado abrilhantando nossas festas, do Rosário, de São Benedito.Tomara!!!
Dança do Pau de Fita
Dança de São Gonçalo


26/10/2017 ### Raimundo Nonato de Miranda Chaves ### Belo Horizonte
Disponível e a cores o Boletim Informativo da Afago número 3/2017.
Acesse e deleite-se

25/10/2017 ### Adilson do Nascimento ### Belo Horizonte - MG
Muito boa a festa do 7º Prêmio AFAGO de Literatura, sem dúvida! Há que se parabenizar o Zé de Flora e Adélia, pela manutenção da prêmiação, bem como às senhoras diretoras (es) das escolas municipais e estaduais e suas professoras (es), não se podendo esquecer do apoio que a atual administração municipal emprestou ao evento, demonstrando sua consciência de que cultura seja essencial para o crescimento da juventude. Nossos parabéns também aos alunos participantes, sejam os contemplados ou não. Afinal, o prêmio só está em sua sétima edição em virtude do talento de vocês.

24/10/2017 ### Raimundo Nonato de Miranda Chaves ### Belo Horizonte
Informações sobre o Prêmio Afago - 7ª edição com muito atraso, mas, enfim estão disponíveis.

15/10/2017 ### José Carlos Dias ### Niterói - RJ
Caro, Adilson: Parabéns pelo livro, que venham outros...

13/10/2017 ### José Moreira de Souza ### Belo Horizonte
SEPULTAMENTO DE JOSÉ MARIO CONFIRMADO: hoje, 13 de outubro, Cemitério Parque da Colina - 16 HORAS. O corpo seguirá para lá nesse horário.

13/10/2017 ### José Moreira de Souza ### Belo Horizonte
JOSÉ MARIO GOMES PEREIRA - Faleceu, hoje, dia 13 de outubro, nosso companheiro de Afago. Não tenho informação do local nem do horário de sepultamento. Imagino que será no Cemitério da Colina.

11/10/2017 ### Gil Martins de Oliveira ### Mateus Leme
Estive ausente da internet por mais de 20 dias, logo que voltei de viagem, daí que fiquei por fora dos últimos acontecimentos da AFAGO.Além disso, o sinal da Vivo por aqui tem deixado muito a desejar ultimamente. Aqui vão os meus parabéns para a equipe que realizou o Prêmio AFAGO de Literatura em Gouveia, sob a liderança de Moreira e Adélia. Parabéns, igualmente, para o meu caro Adilson pela publicação de “Gouveia: História, Reminiscências e Saudades”. Obra para ser lida e relida por todos nós que amamos nossa terra.

11/10/2017 ### Adilson do Nascimento ### Belo Horizonte - MG
Professor José Moreira de Souza, li, emocionado, a sua mensagem abaixo se referindo ao livro GOUVEIA: História, Reminiscências e Saudades e, embora vendo-a muito como fruto de uma amizade de mais de 60 anos, quer me parecer que tenha eu feito a coisa certa. Você, melhor que ninguém, sabe o quanto é difícil escrever e publicar livro nesse país sem qualquer incentivo à cultura, sem qualquer financiamento, sem qualquer patrocínio. Procurei, como está dito ali, trazer para o conhecimento expresso, fatos que, tacitamente, em pouco tempo poderão frequentar um universo abstrato, mesmo tendo sido tão reais. Recebi da senhora Eliana Mascarenhas Franchini, descendente do nosso prezado amigo Dr. Alexandre Mascarenhas a confirmação de que os meus escritos irão compor o acervo de um Museu que a Estamparia está consolidando e que possivelmente será apresentado ao grande público no dia 6 de maio de 2018, quando a Fábrica São Roberto fará uma comemoração dos seus 130 anos de fundação, completados em 23 de julho de 2017. Agradeço-lhe pela mensagem que, partindo de você, tem valor incomensurável. Estou verificando, em Gouveia, local e data para fazer uma tarde de autógrafo, já que o autor, por ser calouro, não vê espaço para um evento de lançamento.

10/10/2017 ### José Moreira de Souza ### Belo Horizonte
ADILSON DO NASCIMENTO E A GOUVEIA DO BISCOITO QUEIMADO Minha maior surpresa agradável foi, ao chegar de Gouveia, após participar do Chá Literário na quinta feira, dia 5 de outubro e do Prêmio AFAGO de Literatura, no dia 6 e presenciar, em Diamantina, eventos do Festival de História, foi de encontrar, casualmente, na caixa de correio, um envelope pardo, “registrado urgente”. O remetente indicava o nome de “Adilson do Nascimento”. Apressadamente rasquei o envelope e me deparei com a bela obra “Gouveia: História, Reminiscências e saudades”. Autor? Adilson do Nascimento. Esta obra era aguardada há muito por todos nós que pertencíamos à diretoria da AFAGO e eu já acompanhei pressuroso as postagens no face book do autor em nossa página na internet. Cheguei mesmo a sugerir seu lançamento na Semana Literária de Gouveia e a oferecer os préstimos da Comissão Mineira de Folclore para a obra ser lançada solenemente em Belo Horizonte. Quanto à Semana Literária, somente, no próximo ano isto se torna possível; porém, a oferta do lançamento em Belo Horizonte continua vigente. Cheguei cansado de viagem, mas, ao ter em mãos “Gouveia: História, Reminiscências e saudades”, esqueci todo o cansaço e me pus a devorar as páginas em imitação às proezas do filósofo e economista do século XIX. John Stuart Mill do qual se afirma desejar uma técnica de virar páginas, tão acelerada era sua capacidade de ler instantaneamente páginas seguidas dos livros. Não vou comentar o conteúdo da obra de nosso companheiro, neto de Joaquim Marcos, filho de Quinzinho de Joaquim Marcos. Aguardo o lançamento em Gouveia para fazê-lo. Tenho minhas razões. Eis a principal de todas. Imagino que, cada leitor, especialmente, aqueles que tiveram ou têm vínculo com a Fábrica de São Roberto imediatamente contarão outras histórias e se estabelecerá uma grande roda de conversa sobre o viver e o saber viver em torno de uma indústria pioneira de Minas Gerais. Mas, tenho uma afirmação que posso adiantar neste pequeno comentário. Após ler e repetir a leitura, me convenci de que se o Doutor Alexandre Mascarenhas ainda vivesse, imediatamente, intimaria nosso Adilson para comandar uma equipe que deveria se encarregar de elaborar e publicar as Memórias da Indústria Têxtil: de São Vicente, a São Roberto e de São Roberto à Estamparia. Tenho sólidas razões para isso. O Doutor Alexandre sempre cultivou grande apreço à memória histórica. Quando presidia a Companhia Industrial Cedro e Cachoeira, intimou Paulo Tamn a escrever e publicar “Uma dinastia de tecelões” – obra com mais de quinhentas páginas que relata a saga dos Mascarenhas com capitães da indústria em Minas Gerais. Teria a certeza da glória de contar com relatos que enfatizem sua trajetória “solo” na carreira de fundar a fábrica São Vicente em Baldim e escolher um fiel escudeiro de nome José Nunes. Nosso Zé Nunes que o acompanhou com absoluta fidelidade até Gouveia e lhe garantiu a mediação na adequação do operariado em Gouveia. Digo que o Doutor Alexandre veria em Adilson a mesma admiração que dedicou a Zé Nunes no plano de gerência superior e não duvidaria de lhe encomendar o comando de uma equipe de historiadores e estudiosos de sistemas gerenciais, de logística e de mercados para narrarem as peripécias do ramo pioneiro de nossa indústria com destaque para o saber tipicamente nacional em oposição às ondas de modernização do capital que busca no operário apenas a produtividade. A vila de São Roberto, segundo as memórias de Adilson, mostra exatamente que os pioneiros da indústria no Brasil tinham em mente muito mais do que a pura “reprodução simples da força de trabalho”.

10/10/2017 ### José Moreira de Souza ### Belo Horizonte
ADILSON DO NASCIMENTO E A GOUVEIA DO BISCOITO QUEIMADO Minha maior surpresa agradável foi, ao chegar de Gouveia, após participar do Chá Literário na quinta feira, dia 5 de outubro e do Prêmio AFAGO de Literatura, no dia 6 e presenciar, em Diamantina, eventos do Festival de História, foi de encontrar, casualmente, na caixa de correio, um envelope pardo, “registrado urgente”. O remetente indicava o nome de “Adilson do Nascimento”. Apressadamente rasquei o envelope e me deparei com a bela obra “Gouveia: História, Reminiscências e saudades”. Autor? Adilson do Nascimento. Esta obra era aguardada há muito por todos nós que pertencíamos à diretoria da AFAGO e eu já acompanhei pressuroso as postagens no face book do autor em nossa página na internet. Cheguei mesmo a sugerir seu lançamento na Semana Literária de Gouveia e a oferecer os préstimos da Comissão Mineira de Folclore para a obra ser lançada solenemente em Belo Horizonte. Quanto à Semana Literária, somente, no próximo ano isto se torna possível; porém, a oferta do lançamento em Belo Horizonte continua vigente. Cheguei cansado de viagem, mas, ao ter em mãos “Gouveia: História, Reminiscências e saudades”, esqueci todo o cansaço e me pus a devorar as páginas em imitação às proezas do filósofo e economista do século XIX. John Stuart Mill do qual se afirma desejar uma técnica de virar páginas, tão acelerada era sua capacidade de ler instantaneamente páginas seguidas dos livros. Não vou comentar o conteúdo da obra de nosso companheiro, neto de Joaquim Marcos, filho de Quinzinho de Joaquim Marcos. Aguardo o lançamento em Gouveia para fazê-lo. Tenho minhas razões. Eis a principal de todas. Imagino que, cada leitor, especialmente, aqueles que tiveram ou têm vínculo com a Fábrica de São Roberto imediatamente contarão outras histórias e se estabelecerá uma grande roda de conversa sobre o viver e o saber viver em torno de uma indústria pioneira de Minas Gerais. Mas, tenho uma afirmação que posso adiantar neste pequeno comentário. Após ler e repetir a leitura, me convenci de que se o Doutor Alexandre Mascarenhas ainda vivesse, imediatamente, intimaria nosso Adilson para comandar uma equipe que deveria se encarregar de elaborar e publicar as Memórias da Indústria Têxtil: de São Vicente, a São Roberto e de São Roberto à Estamparia. Tenho sólidas razões para isso. O Doutor Alexandre sempre cultivou grande apreço à memória histórica. Quando presidia a Companhia Industrial Cedro e Cachoeira, intimou Paulo Tamn a escrever e publicar “Uma dinastia de tecelões” – obra com mais de quinhentas páginas que relata a saga dos Mascarenhas com capitães da indústria em Minas Gerais. Teria a certeza da glória de contar com relatos que enfatizem sua trajetória “solo” na carreira de fundar a fábrica São Vicente em Baldim e escolher um fiel escudeiro de nome José Nunes. Nosso Zé Nunes que o acompanhou com absoluta fidelidade até Gouveia e lhe garantiu a mediação na adequação do operariado em Gouveia. Digo que o Doutor Alexandre veria em Adilson a mesma admiração que dedicou a Zé Nunes no plano de gerência superior e não duvidaria de lhe encomendar o comando de uma equipe de historiadores e estudiosos de sistemas gerenciais, de logística e de mercados para narrarem as peripécias do ramo pioneiro de nossa indústria com destaque para o saber tipicamente nacional em oposição às ondas de modernização do capital que busca no operário apenas a produtividade. A vila de São Roberto, segundo as memórias de Adilson, mostra exatamente que os pioneiros da indústria no Brasil tinham em mente muito mais do que a pura “reprodução simples da força de trabalho”.

10/10/2017 ### MANOEL MIRANDA ### BELO HORIZONTE
ADILSON; Assim que você for fazer o lançamento de seu livro em BH não esqueça de me avisar,porque quero ter o prazer da presença.

09/10/2017 ### Otomano Menezes ### São Paulo - SP
Doutor Adilson do Nascimento, acuso o recebimento do seu livro GOUVEIA: História, Reminiscências e Saudades, carinhosamente autografado e na medida que lhe agradeço, lhe confesso que já o li, inteiramente, inclusive voltando em algumas páginas que considerei históricas para o gouveano comum e principalmente para a rede de ensino, ainda que superior, pelo relato preciso de fatos ocorridos há mais de três séculos e, ainda pelas homenagens prestadas a vultos importantes da cidade e da fábrica de tecidos. No capítulo I e II chama-nos a atenção o início do Arraial Velho e a artimanha da senhora Maria Gouveia, para implantar o Arraial de Santo Antônio de Gouveia, em suas terras, perto de suas lavras de ouro e diamante. Como se faz o Cobu. A comparação cronológica da sua Gouveia, com cidades históricas das nossas Minas Gerais é um dado precioso. A citação dos antigos párocos. A luta para transformar o Arraial em município, desmembrando-o de Diamantina e a consecução desse feito. A cidade independente, com citação de todos os seus administradores desde então. A paróquia e suas igrejas centenárias. Os monumentos naturais existentes. As indústrias antigas que, talvez, muitos gouveanos nem faziam ideia de que existiram. A evolução da cidade e a citação de tantas personalidades que se envolveram nesse crescimento, por área de atuação e paradoxalmente as suas sugestões, tão pessoais, para que esse crescimento seja sustentável. No capítulo III a fundação da fábrica de tecidos que tantas vezes ouvi seu relato de como foi difícil e como foi gratificante fazer parte dela em uma boa fase da sua vida. Sua composição acionária. O Barão de São Roberto. A sorte de a massa falida haver sido arrematada pelo Dr. Alexandre Mascarenhas. A chegada hilária do engenheiro Rômulo Franchini. O detalhamento da atuação de cada gerente capitaneado pelo D. Alexandre, com sua visão empresarial. As festas da fábrica. A citação de tantos colegas seus, operários, que fizeram história e que os próprios ou seus descendentes haverão de interpretar como uma homenagem. As dificuldades quando da implantação da indústria. A morte do Dr. Alexandre. As concordatas. O incêndio. No capítulo IV, as suas “histórias”, como dito pelo senhor, “às vezes hilárias”, mas sabidamente verdadeiras, como "A Beata era o Capeta" que nos contagiam a continuar e quando percebemos estamos chegando ao final das 120 páginas muito bem tratadas e como já disse anteriormente: todo gouveano, de bom senso, que queira conhecer a história da sua terra e guardá-la de uma forma permanente deverá ter em mãos essa preciosidade literária e como disse a professora Maria Auxiliadora, o senhor é realmente, um autêntico escritor e não poderá parar por aqui. Eu o parabenizo, mais uma vez, pela brilhante iniciativa e pela qualidade da obra. Faço votos que os seus conterrâneos saibam valorizá-la nos exatos termos do merecimento.

08/10/2017 ### Maria Auxiliadora de Paula Ribeiro ### Curvelo- MG
Com emoção, agradeço ao ilustre Representante do Movimento Afago, Dr. Raimundo Nonato de Miranda Chaves, ao emérito Criador do Prêmio e Presidente da Comissão Mineira de Folclore, Sr. José Moreira de Souza e a sua excelentíssima esposa, Sra. Adélia Anis Arrais de Souza, abnegada incentivadora do evento, voltar à minha terra- natal, Gouveia, na condição de Jurada Vitalícia, Presidente do Júri, para o Sétimo Prêmio Afago de Literatura. Dentre os 21 trabalhos selecionados entre 118 enviados à dedicada Comissão de Seleção de Belo Horizonte foram premiados com um cheque de R$1. 000,00 os seguintes alunos: Cristiane Mendes Guedes, do 3º ano do Curso Médio da EE. Ciro Ribas, om o trabalho, “Eternas lembranças”; Ranielly Geovana Santos de Oliveira, do 9º ano, da EM. João Baiano, com o trabalho, ”Amor de família supera qualquer obstáculo” ; Karen Eloísa Oliveira Mendes, 7º ano da EE. Ciro Ribas com a redação “A falta de uma família”; Dyovana Vitória Aparecida Araújo, 7º ano da EM. Zezé Ribas com a redação: "Enfrentando dificuldades”; Giovana Aparecida Silva , 8º ano da EE. Augusto Aires da Mata Machado com :”Qual a cor de sua alma”? João Carlos de Oliveira, 7º ano da EE. Aurélio Pires, com a redação, ” O que são amigos” e Wanderson de Jesus Moura Mendes, do 2º ano do Curso Médio, da EE. Joviano Aguiar com “ Laços de Família”. É Gouveia formando culturalmente nos jovens do presente,os futuros cidadãos plenamente integrados aos verdadeiros valores de sua cidadania. Parabéns aos alunos, aos professores, às escolas e ao Prêmio Afago de Literatura em sua sétima edição.

08/10/2017 ### Adilson do Nascimento ### Belo Horizonte - MG
Acredito, cada vez mais, e não fazia ideia disso, que as pessoas precisam alcançar seus 70 anos de idade para entenderem que a emoção é o maior sentimento que se possa experimentar. Vendo, agora, pela manhã, o programa “Globo Rural”, da Rede Globo, fiquei emocionado com as apresentações de Renato Teixeira, Sérgio Reis, Almir Sater e Maria Rita explicitando detalhes de frases específicas da música Romaria, sem dúvida uma das mais bem escrita e musicada canção brasileira. Aí, por estar em posição de destaque, deparo-me, em minha mesa de trabalho, com a placa de prata que recebi dos meus oito irmãos, no dia 30 de setembro, durante o Encontro Anual da Família Nascimento, em Gouveia, onde se lê “A HISTÓRIA DE UM HOMEM MEDE-SE PELO SEU EXEMPLO PARA GERAÇÕES FUTURAS”. Meu Deus! Já se passou uma semana e as lágrimas teimam em rolar como se uma comporta se abrisse caudalosa e sem controle.

28/09/2017 ### MANOEL MIRANDA ### BELO HORIZINTE
SOLICITO ORIENTAÇÕES QUAL CONTA DEVO FAZER DEPÓSITO CONTRIBUIÇÃO PARA PRÊMIO AFAGO 2017 OU SE REMETO CHEQUE.