Aplausos e Apupos
11/03/2013

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Comentários e Fotos:
Raimundo Nonato de Miranda Chaves

Nesta seção classifico os fatos sob os títulos: Aplausos e Apupos. Não considero apupo com o sentido de vaia; apupo é mais um grito de discórdia ou de descontentamento com o fato. Escolhi os termos porque os considero expressivos, fortes, começam e terminam com as mesmas letras.
Na primeira apresentação o foco é a Escola Municipal João Baiano, da comunidade de Camilinho.

Aplausos

Aplausos para o setor municipal de Educação de Gouveia pela criação, em 2013, do ciclo pré-escolar na E.E. Municipal João Baiano. Ali, denominado carinhosamente: Prezinho, com quatorze crianças de quatro e cinco anos. Os de cinco anos iniciarão, em 2014, o primeiro ano do ciclo fundamental.
Parabéns, muito especial, para a professora Beatriz Chaves Brandão, que pediu a criação do curso e contatou os pais da crianças convencendo-os a providenciar as matriculas delas.
O pré-escolar funciona nas comunidades de Cuiabá, Pedro Pereira, Engenho da Bilia, Vila Alexandre e Riacho dos Ventos. Todos, sob a supervisão da Escola Infantil Zulma Miranda.
A professora Beatriz, experiente e dedicada, lecionou durante anos para estudantes do primeiro ano do ciclo fundamental e conhece as dificuldades de alfabetização de crianças que não tiveram a oportunidade da socialização no pré-escolar.
Estive com as crianças, alegres e saudáveis, sempre acompanhadas da profa. Beatriz, na sala de aulas, na hora do lazer, saboreando o feijão tropeiro com arroz preparado pela "chef" Reginalda e, também, no regresso para casa, em ônibus novo, adquirido em 2012, dirigido pelo experiente e atencioso motorista: Eduardo. Gente boa da família Paulino.

Apupos


Não entenda apupo como vaia, mas como um grito de descontentamento pelo tratamento que a administração municipal de Gouveia tem dispensado ao prédio rústico, construído por João Baiano, em 1940, e entregue à comunidade para sede da Escola Estadual Rural Mista de Camilinho. O imóvel está abandonado há mais de ano.
A E.E.João Baiano, na mesma localidade não tem sala para professores, não tem sala para instalar o laboratório de informática – os computadores pessoais, ali colocados pelo Proinfo, estão sem uso desde janeiro de 2011 – . O posto de saúde improvisado no imóvel abandonado foi desativado e o atendimento pelo pessoal da saúde acontece na sala de aula.