Celebração de Nossa Senhora das Dores

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Raimundo Nonato de Miranda Chaves


A tradicional festa de maio de Camilinho realizou-se, nos dias quatro e cinco últimos, precedida pelo tríduo que se iniciou no dia dois.
No sábado, quatro, oração do terço, em seguida a coroação da Nossa Senhora por alunos do pré-escolar, salientando o garoto Thiago, filho do casal Reginalda e Cristiano. Depois, procissão noturna, à luz de velas e de fogueiras; à frente, levando a bandeira de Nossa Senhora das Dores, o casal de festeiros: Neide e Carlos Mauricio, seguidos pela folia de mestre Geraldo Gonçalves. depois da folia, todos nós, levando velas acesas.
A procissão noturna percorreu o caminho desde a residência de Helena e Zico até a frente da Capela de N.S. das Dores; ali, no largo, pelo menos seis estandartes com estampas de N.S. das Dores pendurados nas árvores; levantou-se, então, o mastro com a bandeira transportada pelos festeiros sob o cantar da folia, o espocar de fogos e o calor das fogueiras.
Lá pelas 22:00 horas, a turma, de mamando a caducando, se reuniu no entorno da churrasqueira; afinal, fazia frio e o calor das brasas tornava o ambiente agradável, principalmente, saboreando picanha, regada com cerveja e, a nunca esquecida disputa, quem trouxe a melhor cachaça. Enquanto os jovens disputavam uma rodada de truco os adultos atualizavam o papo.
Dia cinco, à 14:00 horas, Celebração da Eucaristia e Procissão de Nossa Senhora das Dores.
Devo ressaltar a beleza da procissão noturna, à luz de velas e de fogueiras; a subida do mastro; a sonoridade da folia; a participação efetiva dos festeiros: Carlos Mauricio e Neide; A coordenação eficiente de Helena e todo o trabalho dela, dos filhos e netos, desde o pequeno Thiago aos maiores, decoradores do trajeto da procissão: Igor e Carlos. Aplausos, também, para as cantoras, acompanhadas dos violões de Davi e filho, e da Clarineta do maestro Serafim Moreira.
Devo ressaltar, também, o pronunciamento do Reverendíssimo Cônego Paulo Henrique, salientando a importância do mês de maio, dedicado a Maria mãe de Jesus, e todas as celebrações, realizadas neste mês, em homenagem a ela. Da mesma forma, salientando a importância e a celebração da Santa Cruz, no dia quatorze de setembro. O pronunciamento do Senhor Cônego pode ter passado despercebido para a maioria dos presentes, mas ele representa uma decisão importante do Pároco:
Mês de maio, em Camilinho, celebra-se Nossa Senhora das Dores e não Santa Cruz, conforme, no passado. Termina, assim, discussão antiga mantida com o pároco anterior, Cônego Paulo Nicolau.
Veja, em seguida os clipes:
  1. O Mastro
  2. A Folia
  3. A Procissão
  4. As Cantoras
  5. A Festa