Comunidade de Espinho
12/10/2012

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Texto, fotos e organização do clipe: Raimundo Nonato de Miranda Chaves

Doze de Outubro, a comunidade festejava Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Procissão, Celebração da Eucaristia e o levantamento do mastro durante a noite anterior. Nós, de Camilinho, Helena, Amarildo Henrique e este articulista participamos dos festejos da comunidade vizinha.
Igreja nova, em faze final de construção, já recebendo os fieis. Desenho diferenciado das Igrejas padrão. A projeção horizontal tem a forma da parte superior de uma cruz, com três volumes retangulares que se encaixam em ângulo reto. Internamente, espaço amplo com os bancos distribuídos em conjuntos à frente, à direita e à esquerda do altar e do celebrante. Engradamento do telhado aparente, pelo menos por enquanto, é uma estrutura metálica bonita que sustenta o recortado telhado colonial.
Na platéia notava-se a predominância do elemento feminino. Homens! Quase todos idosos. Lembrei-me de um religioso, em Diamantina, que sempre afirmava: “Nas prisões há mais homens do que mulheres porque nas igrejas há mais mulheres do que homens”. Não é o caso de Espinho. Os homens em idade economicamente ativa saem em busca de trabalho.
Ali mesmo na Igreja, após a celebração da Eucaristia, nos sentamos, Adeliane e eu, para conversar. Era um dos meus objetivos ao visitar a comunidade. Adeliane Margarida da Silva, jovem, elegante, bem articulada, palavra franca e muito bonita, é a presidente da Associação Comunitária Quilombola de Espinho; estudante de História com a matricula temporariamente trancada devido à dificuldades de locomoção, conforme sua justificativa.
Informações recebidas de Adeliane estão no Boletim Informativo Edição 05/12

Veja o clipe Festejando N.S.Aparecida