Relação nominal dos estudantes, finalistas, candidatos ao Prêmio Afago de Literatura e sua Produção Literária

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Nome do Estudante Produção Literária link
Amanda Tamires de Almeida Amizade Amanda
Ana Júlia Oliveira Lopes Minha vida de criança Ana Julia
Ana Luiza Gonçalves O Cavalo das patas de fogo Ana Luiza
Claudiana Aparecida Oliveira Minha infância Claudiana
Lucas Magno de Oliveira Porto Pequenos raios de sol Lucas
Maria Izabel de Miranda Minha infância Maria Izabel
Michelle Nascimento O lugar onde vivo Michelle
Pedro Rodrigues Júnior Meu Futuro Pedro
Rafaela Lucas Santos Oliveira Um Milagre? Rafaela
Thaisa de Araújo Silveira Sexo se aprende desde pequeno Thaisa
William Adão Almeida Eu sou assim... William
Wellington José dos Santos Qual a principal função de pai? Reconhecer ou Conviver? Wellington

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E.E. Aurélio Pires
Aluna: Amanda Tamires de Almeida
Professora: Sumara Leão Marques
Categoria: Poesia

Amizade

Quero que nossa amizade continue assim;
Importante como a vida
Grande como o oceano,
Suave como a brisa,
Livre como um pássaro,
Bonita como o céu,
Inesquecível como uma lembrança,
Forte como uma oração,
Misteriosa como o mundo e
Viva como Deus.
Quero que os verdadeiros amigos permaneçam.
Enfim...
Quero aprender que sonhar não é fantasia,
Que a beleza não está no que vemos e que
O segredo da vida é viver intensamente...


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E.E.Joviano de Aguiar
Aluna: Ana Júlia Oliveira Lopes
Série: 6º. Ano
Professora: Sueli aparecida vieira
Categoria: Poesia

Minha vida de criança

“O berço em que, adormecido
Repousa um recém-nascido,
Sob a cortina e o véu
Parece que representa
Um pedacinho do céu”.

Me lembro dessa poesia
Quando ainda criança eu era
E mamãe me olhava
Como se eu fosse a primavera!

Aos tombos, a engatinhar
Com as cadeiras, aprendi a levantar
Agitava-me horas inteiras
E ainda sonhava com as brincadeiras.

Depois que comecei a andar
E nos moveis tropeçar
Levei tombos, fiz zoeira
Baguncei a casa inteira!

Sorrindo e chorando cresci
Dizendo Papai... Mamãe... Olha eu aqui!
Hoje estou forte e bela
E bastante tagarela!

Tudo escuto, tudo vejo
Sou esperta e inteligente
Gosto de descobrir e ajudar
E adoro passear!


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Classificação: 2o. lugar.
Prêmio:R$500,00

E .E. Joviano de Aguiar
Aluna: Ana Luiza Gonçalves
Série: 8º. Ano
Professora: Sueli aparecida vieira
Categoria: Contos

O cavalo das patas de fogo

Naquela época, era muito comum, na quaresma, ficarmos na cozinha até tarde ouvindo casos de assombração. Eu morria de medo! Me encolhia toda no colo da mamãe e fechava os olhos para ouvir. O meu dizia à minha mãe para me levar para o quarto, mas eu sempre começava a chorar. Tinha medo, mas gostava de ouvir os casos.
Papai dizia que era tudo verdade, o que ele nos contava. Dizia também que a quaresma era época de tristeza e de sacrifícios. Acho que contava aquelas histórias para sentirmos medo mesmo e não aprontarmos muito durante o dia.
Lembro-me da noite em que ele nos contou a historia do cavalo das patas de fogo que cruzava toda a pequena cidade. No inicio fiquei encantada: um cavalo com paras de fogo! Mas então papai disse que ele não tinha cabeça e que arrastava uma corrente por onde passava. Todos sabiam da existência do cavalo, mas ninguém se aventurava a abrir portas ou janelas para vê-lo passar.
Recordo agora a voz forte e rouca do meu pai, A Maria, minha irmã do meio, ficava mexendo na orelha dele enquanto ele contava as histórias. O meu papai parecia um professor naqueles momentos. Sabia tanta coisa! A história do cavalo nos impressionara tanto que sempre pedíamos papai para contá-la Acho que, por fim, ele começou a criar outras historias cujo personagem principal era o cavado das patas de fogo.
Um dia, numa quinta-feira santa, eu pedi a papai com a voz cheia de medo e curiosidade:
-Papai, conta a história do cavalo que era de fogo!
Ele riu só com o canto da boca. Ele ria assim. Nunca, até aquele dia, ouvira o meu pai dar uma gargalhada. Mas ele era bom e eu achava que ele era feliz também, apesar de não sorrir muito Ele então começo a contar a historia...
Certa noite, duas irmãs estavam no quarto conversando até tarde. Moravam na Cruz das Almas, um bairro onde antigamente existia um cemitério. Elas já haviam ouvido falar do cavalo assombrado que arrastava correntes, mas não acreditavam naquelas histórias.
Moravam em uma casa bem próxima ao local onde antigamente ficava o cemitério. E a janela do quarto delas dava para a rua. Conversavam animadamente quando de repente, Maricota, a irmã mais nova se calou e pediu silencio...
- Você está ouvindo? Perguntou à irmã.
- O quê?
- Parece trote de cavalo...
- Não estou ouvindo nada! Deixe de bobeira! Não me diga que está pensando que é o cavalo das patas de fogo do qual a D. Zélia tanto fala.
Maricota continuava quieta. Depois levantou-se e se aproximou da janela. Não tinha mais duvida: era o barulho de patas de cavalo no calçamento. Começou a tremer.
A irmã continuava zombando. Até que de repente também emudeceu. O barulho agora podia ser ouvido por ela também. Além das patas batendo no chão, era possível ouvir também uma corrente se arrastando.
O barulho aumentava cada vez mais e Maricota tremia dos pés à cabeça. Ana, a irmã, também estava com medo, mas maior que o medo era a sua curiosidade. Levantou-se e se aproximou da janela, Maricota, desesperada, implorou à irmã que não a abrisse:
- Por favor, Ana! É uma assombração!
- E eu vou morrer sem ver uma assombração? Não posso! Preciso saber
Como é este famoso cavalo. Já pensou quando eu sair contando pra todo mundo que vi uma assombração?
Maricota pulou na cama e começou a chorar. Implorava desesperadamente à irmã para não abrir a janela, mas não adiantou. A última coisa que viu foi um clarão imenso invadir o quarto e a janela que fora aberta se fechar com um estrondo. Quando acordou, não entendeu nada. A casa estava cheia de pessoas estranhas. Viu então a sua mãe sentada ao seu lado. Ela chorava. Um homem vestido de branco perguntou-lhe:
- Maricota, onde está Ana? O que aconteceu neste quarto?
Então ela se lembrou de tudo. Mas onde estava Ana? Ela também queria saber, Ana havia desaparecido. Tentou se lembrar do que acontecera depois que vira o clarão entrar pela janela, mas não conseguiu. Era o cavalo de fogo. Não restava dúvidas. Ele levara Ana consigo! Começou a chorar. Ninguém ia acreditar nela se contasse a verdade. Então, decidiu se calar. E para sempre. Maricota nunca mais falou. Passou o resto dos seus dias naquele quarto esperando que um dia o cavalo viesse devolver-lhe a irmã. Ele apareceu várias outras vezes, mas nunca com a irmã.
Todos na cozinha estavam calados depois de ouvir a história, Mas um grito da minha mãe quebrou o silencio:
- O que é isso Tôezinho? Você fez xixi na calça?
Meus irmãos começaram a rir. Comecei a chorar, mas logo parei ao ouvir pela primeira vez na minha vida, uma gargalhada do meu pai,


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E.E.Joviano de Aguiar
Aluna: Claudiana Aparecida Oliveira
Série: 6º. Ano
Professora: Sueli aparecida vieira
Categoria: Poesia

Minha Infância

Quando eu era pequena
Brinquei muito de boneca!
Também brinquei de casinha
De aulinha e de peteca!

Adorava jogar queimada!
Ouvia história assombrada
Ficava muito assustada!

Brinquei de cabo de guerra!
Me sujei toda de terra,
Escalei AQUELA serra!

Nadei no rio limpinho
De papel fiz um barquinho!

Pulei o muro da escola
Pra correr atrás da bola.
Deixei a diretora nervosa
E a mamãe furiosa!
Mas depois todos perdoaram
Essa menina dengosa.

Tive amigas de todo jeito
Magra, gorda, alta, baixa
E nada disso era defeito.

Hoje trago na lembrança
Todas as minhas recordações de criança!
Que bom! Fui feliz de montão
E isso alegra o meu coração!


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E.E.Joviano de Aguiar
Aluno: Lucas Magno de Oliveira Pinto
Série: 8º. Ano

Pequenos raios de sol!


Último dia de ferias, último dia na casa da avó; domingo. A avó acomodou-se nos chinelos de lã surrados, ouvia alguns gritos da varanda, esboçou um sorriso e foi-se arrastando até ver os três netos de pijama, aspirou o ar úmido da manhã e se deparou com eles balançando-se na rede e deixando-se balançar pelo vento! A avó pegou-os e sorrindo voltou-se para a cozinha azulejada num tom rosa bebê que segundo sua neta, lembrava algodão doce.
O cheiro de chocolate quente exalou por toda casa, o cheiro adocicado atraiu os netos como formigas operárias em busca do seu alimento. Beijou um por um, face por face, sentiu o cheiro da inocência e arrumou seu robe que estava frouxo.
Assistiu-lhes tomarem seu café e logo após trocou a roupa deles para saírem saltitando pela chácara em busca de um mundo perdido, um mundo intocado que não fora descoberto nos últimos dias.
A manhã e a tarde, correram ligeiras devido às varias coisas que fizeram juntos: brigadeiro, pipoca, doces, salgados e varias outras coisas que faziam alusão a um sonho infantil.
A noite anuncia sua chegada pelo riacho que virava ouro liquido em razão do crepúsculo. Depois do longo dia, arrumou a cama dos netos, deu-lhes um forte abraço, tornou a sentir o cheiro da inocência, deixou-lhe escapar e rolar uma lágrima quente pela face. Último momento com seus tesouros, último momento de alegria naquela casa, já que os seus raios de sol estavam indo embora.


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E.E.Joviano de Aguiar
Aluna: Maria Izabel de Miranda
Série: 6º. Ano
Professora: Sueli aparecida vieira
Categoria: Poesia

Minha Infância

Essa fase da vida
È pra mim muito importante.

Cheia de descobertas, criancices e peraltices!
Nela aprontei bastante!
Fiz tanta coisa interessante
Joguei peteca,
Brinquei de boneca,
Desenhei,
Cantei,
Sorri e chorei,
Doente também eu fiquei
Ganhei beijo pra sarar...
Beijo pra acordar
Beijo pra sonhar...

Me vesti da Rapunzel,
Brinquei de passar anel,

Comi pipoca vendo TV
Chupei bala pra valer.
Dormi de pijama
Fiz xixi na cama.

Ah! Infância!

Hora de ser criança!
Viver cheio de esperança!
A minha foi bem feliz
Pois fiz tudo que eu quis.


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E.E.Augusto Ayres da Mata Machado
Aluna: Michelle Nascimento
Categoria: Poesia

O lugar onde vivo

O lugar onde vivo
é cheio de tradições
O lugar onde vivo
é cheio de animações.

O lugar onde vivo
é cheio de maravilhas
O lugar onde vivo
é cheio de fantasias.

O lugar onde vivo
é cheio de imaginações
O lugar onde vivo
é cheio de fantasias.

O lugar onde vivo
é cheio de crianças
O lugar onde vivo
é cheio de esperanças.

O lugar onde vivo
é cheio de histórias
O lugar onde vivo
é cheio de memórias.

e para terminar
O lugar onde vivo
é...bem, deixa para lá.


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Classificação: Melhor Poesia
Prêmio: R$300,00

E.E.Joviano de Aguiar
Aluno: Pedro Rodrigues Júnior
Série: 6º. Ano
Professora: Sueli Aparecida Vieira
Categoria: Poesia

Meu Futuro

Sonho com um futuro brilhante
Muito louco e emocionante!

Entrarei na faculdade
Com muita facilidade!
Publicarei um bom livro
Ensinando a destruir a maldade!

Viajarei para a Espanha
Terei tudo do bom e do melhor!
Em Hollywood farei cinema
Ganharei na mega-sena!

Quem sabe me casarei?
Mas só se for com a filha do rei!
Serei um lorde inglês
Ou quem sabe um chefe japonês?

Depois voltarei para o Brasil
Lá pelos anos 3.000!
E transformarei minha vida
Num álbum de historias coloridas!

Já pensou que legal
Será essa história no final?
“UM MENINO SONHADOR VIRA MANCHETE DE JORNAL”


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Classificação 1o. lugar.
Prêmio: R$1.000,00

E.E.Joviano de Aguiar
Aluna: Rafaela Lucas Santos Oliveira
Série: 8º. Ano
Professora: Sueli aparecida vieira
Categoria: Contos

Um Milagre?

Quando eu era criança, meus pais tinham o costume de sentar na cozinha todas as noites para contar casos. Mamãe colocava a chaleira no fogão à lenha e sentava no banco, ao lado do papai. Nós nos ajeitávamos nos tamboretes e no fogão. Algum tempo depois, o cheiro do café inundava o ambiente. Café gostoso, colhido ali mesmo em nossos terreiros. Vez em quando, um vizinho, aproveitando a lua que a tudo clareava, atravessava o rio e vinha até nossa casa . Nessas noites, os casos rendiam e nós os ouvíamos como se tivessem o mesmo encanto das histórias do livro As Mil e Uma Noites que a professora exibia no grupo escolar, como se fosse uma jóia!
De todas as que ouvi os meus pais contarem, uma me encantou profundamente. Era a história do Padre José Machado. O meu pai dizia que era um homem bom, honesto, mas muito calado. Metia-se a cuidar das pessoas com remédios que ele preparava. Dizia ser farmacêutico. Todos da região o conheciam pelo seu oficio. Vivia viajando pelas redondezas levando remédios a quem deles precisasse. Segundo meu pai, José Machado não acreditava em Deus, Não tinha nenhuma criança. Vivia lá, a preparar seus remédios e apenas neles acreditava.
Até que um dia, estava o farmacêutico seguindo para o arraial de Datas, quando uma tempestade medonha se aproximou. Trovões e relâmpagos cruzavam o céu e uma chuva forte começou a cair. Sem nenhuma proteção, José Machado não sabia o que fazer. Estava em meio a um descampado e isso o deixava mais amedrontado ainda. Escurecera como se fosse noite e só os clarões dos relâmpagos permitiam que o caminho fosse visto.
Um vento forte zumbia e as árvores pareciam enlouquecidas. Um estrondo sacudiu a terra e José Machado, se em Deus não acreditava, não teve outra alternativa a não ser implorar-lhe fervorosamente sua proteção.
- Meu Deus! Ajude-me!
Um clarão se abriu e num relance o farmacêutico vislumbrou uma casa bem próxima. Dirigiu-se até lá e atrelou o burro, seu fiel companheiro, em uma estaca em frente à casa branca de janelas azuis. Aproximou-se, bateu na porta, mas não obteve resposta. Chamou alto: “Ô de casa!” Mas a resposta não veio. Levantou o ferrolho e viu que a porta estava aberta. Então, viu o fogão aceso na cozinha. Chamou novamente. Novamente não houve resposta. Tirou o paletó, afrouxou a correia da calça e livrou-se dos sapatos molhados. Sentou-se à beira do fogão e ali ficou até o meio da tarde, quando a chuva finalmente parou.
O fato de estar em uma casa alheia o incomodava bastante, por isso assim que pode, se recompôs e partiu rumo ao vilarejo. Chegou lá junto com a noite. Fez a sua primeira visita na casa de uma senhora enferma que aguardava, ansiosa, o remédio que ele trazia. Numa conversa com o dono da casa, contou-lhe que atrasara devido a tempestade no caminho e falou sobre a casa aparentemente abandonada no meio do caminho. O moço se assustou quando José Machado lhe disse onde ficava a tal casa. Disse que nunca houvera construção nenhuma ali.
Depois de mais algumas visitas, sempre falando da tempestade e da casa que o abrigara e sempre tendo como resposta o olhar assustado das pessoas, o homem decidiu voltar ainda aquele dia para Gouveia. Precisava passar novamente pela casa. Talvez se enganara ao descrever o lugar onde ela ficava. Tomou o burro, despediu-se e pegou o caminho de volta. Estava cansado, mas o que o incomodava mesmo era a angústia e a ansiedade.
Quase uma hora depois, se aproximava do lugar onde estivera mais cedo. Era noite clara e um sentimento inexplicável o deixou boquiaberto, quando procurou pela casa branca da janelas azuis e não a encontrou ,. “Meu Deus!” – murmurou. Naquele momento, José Machado descobrira então que Deus existia sim e que naquele dia se manifestara em um milagre para protegê-lo da tempestade. Ajoelhou-se ali mesmo e se rendeu à grandeza daquele mistério: Deus existia, era poderoso e bom. Ele testemunhara isso.
A partir daquele dia, a vida do farmacêutico ganhou novos rumos. Abandonou os remédios e dedicou-se então aos estudos da bíblia. Em poucos anos, tornou-se o Padre José Machado. Homem de bom coração e fiel seguidor da palavra de Deus, que deu nome à praça central da cidade de Gouveia.
Essa era a história do Padre José Machado. E eu ouvi dezenas de vezes do meu pai. Naquela época, eu não saia o que havia nela que me encantava tanto. Com o tempo, porém, fui descobrindo que aquela história me ajudou a construir a minha própria historia, a força de minha fé. Me ajudou a crer em uma verdade única e que se sobrepõe a todas as verdades. dessa vida: Deus existe, é poderoso e extremamente bom.


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E.E.Joviano de Aguiar
Aluna: Thaisa de Araújo Silveira
Série: 1º. Ano – Ensino Médio
Professora: Sueli aparecida vieira
Categoria: Artigo de Opinião

“Sexo se aprende desde pequeno”

Segundo o texto: “O assunto é sexo. E é sério”; da revista ESCOLA, respeitar o próprio corpo e o dos outros, tratar com objetividade os assuntos íntimos e ter informação para planejar uma vida sexual saudável é essencial.
Para falar sobre sexo não há idade estipulada. Esse assunto deve ser tratado de acordo com a curiosidade da criança, porém os pais não devem deixá-lo extrapolar. Caso o filho(a) veja cenas de atores se beijando na TV, os pais devem procurar explicar de maneira adequada para a idade do seu filho.
Hoje em dia, é comum pais terem dificuldades para conversar quando o assunto é sexo. Muitos tentam mudar de assunto, outros não permitem que o filho pronuncie a palavra. O que é inadmissível se considerarmos a rapidez com que a informação chega até nós ultimamente.
Quando um filho procura os pais para falar sobre esse assunto, o melhor é conversar, explicar o que ele deseja saber, uma vez que com o diálogo tudo fica mais fácil. O dialogo impede que o filho venha a fazer algo que o prejudique no futuro.
Dados de pesquisas recentes apontam que a maior parte das grávidas adolescentes e dos portadores do vírus HIV, são jovens de classe baixa, que contraíram o vírus por falta de informação. Isso é grave.
Os jovens devem encarar o assunto “SEXO” como uma coisa natural, assim como o futebol, a balada. Só assim, quando todos começarem a conversar abertamente sobre as mudanças que ocorrem na puberdade, os jovens começarão a ter uma visão mais respeitosa e tolerante para consigo mesmo e com os outros.
O primeiro ponto que deve ser considerado é a liberdade de expressão, pois assim, por mais delicado que seja o tema, ele se tornará menos difícil e mais natural a partir do momento em que o jovem se sentir à vontade para abordá-lo.
Mas o mais importante de tudo é que os pais saibam que educar não é passar opiniões nem valores prontos, mas sim discutirem a realidade para que seus filhos possam escolher seu caminho de forma responsável e consciente.


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E.E.Joviano de Aguiar
Aluno: William Adão Almeida
Série: 6º. Ano
Professora: Sueli Aparecida Vieira
Categoria: Poesia

Eu sou assim...

Quando eu era criança
Era bastante brigão
Agora que já estou crescidinho
Já melhorei um pouquinho.

Moro em uma casa legal
Nem grande, nem pequena demais
É um lugarzinho seguro
Protegido por meus pais.

Gosto muito da escola
Mesmo assim, cheia de proibições.
- Menino, não pode colar!
- Menino, guarde o celular!
- Menino, pare de conversar!

Sei que meu futuro está ali
E que não posso desistir
Mesmo se um dia eu cair
Vou me levantar e seguir!


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E.E.Joviano de Aguiar
Aluno: Wellington José dos Santos
Série: 3º. Ano – Ensino Médio
Professora: Isabel Cristina Otoni de Ávila
Categoria: Artigo de Opinião

Qual a principal funçãode um pai? Reconhecer ou conviver?

O não reconhecimento paterno é um dos principais problemas enfrentados na sociedade brasileira. Um quarto dos brasileiros não tem o nome paterno na certidão de nascimento. “Mas será que o não reconhecimento paterno influencia na construção da identidade de um filho”?
A situação é difícil! Apenas um nome não constrói a identidade de um filho, pois ele precisa ter não só o nome, mas sim carinho, afeto educação e o principal - amor.
Segundo o Instituto PATERNIDADE RESPONSAVEL, uma organização não governamental que fomenta o comprometimento de pais e mães com o bem estar dos filhos, o reconhecimento formal é muito importante na identidade dos filhos. E a atuação do Instituto vai além do registro, pois eles focam a educação, a prevenção e o fortalecimento dos vínculos de afetividade. O Instituto já atuou em mais de novecentos (900) reconhecimentos – 50% sem necessidade de exame de DNA.
Porém relatos apontam que nenhuma mãe quer que seu filho tenha somente nome, pois nome não ajuda na criação e educação de seu filho. O nome, às vezes, não faz diferença para a criança, o que conta mesmo é o carinho, a amizade e a presença paterna.
Portanto, em muitos casos, o reconhecimento paterno obrigatório não fará diferença, se o pai não for uma pessoa presente na vida de seu filho. É uma ação importante, mas não precisaria ser cobrada, se todos os pais se conscientizassem de que seu filho não é brincadeira, e sim compromisso.