Relação nominal dos estudantes, finalistas, candidatos ao Prêmio Afago de Literatura edição 2014 e sua Produção Literária

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Nome do Estudante Produção Literária link
Bruna Fernandes Meu lugar perfeito Bruna
Camila Lima Simões Como seria o meu mundo Camila
Érica Guedes Pereira de Oliveira O Cobu Erica
Gleison Aparecido da Silva Mendes Um grande sonhador Gleison
Helcinaria Cristina dos Santos Mendes Comida Cobu Helcinaria
Helcio Júnior Santos Almeida Tudo isso é globalização! Helcio
Iago Henrique Pereira Gouveia Cobu Iago
Mariana Carolina de Ávila Canali Mãe Mariana
Marizabel Conceição Figueiredo Fonseca Um laço de fita Marizabel
Mateus de Oliveira Cobu Mateus
Maycon Pereira da Silva De que Maycon
Otávio de Moura Ávila Kobu: uma delicia tradicional Otávio
Paola Kelly B. Pereira Quem sou eu Paola
Railaine Aparecida Carvalho Silveira Cavaleiro fantasma Railaine
Ranaly Katina Silveira A mulher no canal Ranaly
Sâmara Soares Almeida De olho na copa Sâmara
Wesley Deivison Silva Santos O aquecimento global Wesley
Wítala Nayara Santos Fases da vida Witala

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Premiada
Prêmio: R$1.000,00

Escola Estadual Joviano Aguiar
Aluna: Bruna Fernandes
Série: 6º. Ano Cecília Meireles
Professora: Suali Vieira
Categoria: Poema

Meu lugar perfeito

Seria um lugar com muita amizade
E sempre com igualdade
Teria muita alegria
E pessoas felizes todo dia.

Com brincadeiras de montão
Sem ódio no coração
O lema seria respeito e companheirismo
E ninguém sofreria com racismo.

Tinga, Daniel Alves e Ramires
Seriam mais felizes, então.
Pois quando no campo entrassem
Não sofreriam nenhuma humilhação!

Roubos não haveria
Muito menos corrupção
Os políticos respeitariam
O povo e a constituição.

A educação no meu mundo
Seria de ótima qualidade.
Toda criança na escola
Aprenderia de verdade

Hoje a violência,
A todos maLtrata e assusta
Mortes, brigas, tudo de mau,
Desrespeito sem igual

No mundo que eu quero construir
Nada disso irá existir
Vou semear o amor
E fazer minha gente sorrir!

Acho que se a gente quiser
Podemos esse mundo criar
Basta que amemos uns aos outros
Para a paz poder reinar.


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Escola Estadual Joviano Aguiar
Aluna: Camila Lima Simões
Série: 6º ano Cecília Meireles
Professora: Sueli Vieira

Como seria o meu mundo

Se eu pudesse criar um mundo
Ele seria tão lindo!
Ser amigo e irmão
Ali seria uma orbigação!

Nele, só existiria amizade
Lealdade de verdade.
Uns amariam os outros
Fazendo de jesus a vontade.

Não teria corrupção
Nem dor, nem fome ou rancor
Educaçao seriao bem maior
E na rua não haveria nenhum menor

Eu imagino um lugar
Cheio de pássaros a voar
A natureza respeitada
E o homem só a admirar.

Lagos, rios e minas
Com águas claras e cristalinas
Muitos animais e flores
Em uma aquarela de cores !

Não teria desigualdade
Todos conheceriam a felicidade
Saúde, justiça e moradia
E um mundo novo surgiria.

Seria acordar
E ver esse meu mundo se descortinar
Esse sim é o dia
Que eu vivo a esperar!


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Premiada
Prêmio: R$1.000,00

Escola Municipal João Baiano
Aluna: Érica Guedes Pereira de Oliveira
Série: 8º. Ano
Professora: Geralda Eunice Moreira e Rocha
Categoria:Poema

O Cobu

Preparado com delicadeza
o cobu é levado a mesa
o cheirinho no ar
na hora de degustar.

Queijo, leite, fubá
vamos começar a preparar
folha de bananeira para enrolar

Vamos começar a assar
na hora é essencial, para não deixar queimar
segredos começam a se revelar
na hora de amassar, a abóbora vem para completar

E só de pensar já quero experimentar.
O cheirinho espalha pelo ar
e já não posso nem pensar na hora de me deliciar
Ah!... só para avisar!

Não vou guardar!
Então, é melhor se apresar!
Bebida para acompanhar! é melhor não ir procurar!
Porque o café, acabou de acabar


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Escola Municipal João Baiano
Aluno: Gleison Aparecido da Silva Mendes
Série: 9º. Ano
Professora: Geralda Eun ice Moreira e Rocha
Categoria: Poema

Um grande Sonhador

Quando eu era criança
Queria tudo transformar,
sonhava em ser um jogador
para o mundo mudar

Foi dos pés do rei Pelé
que o futebol virou magia,
construiu um império cheio de alegria
sem nenhuma baixari!

Vi a seleção ser campeã
e meu sonho ir só aumentando
na seleção só havia grandes craques
como o imperador Adriano!

Gosto muito de futebol,
ele só me dá alegrias
e só pode ser comparado
ao esplendor da poesia!


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Escola Municipal João Baiano
Aluna: Helcinaria Cristina dos Santos Mendes
Série: 8º.ano
Professora: Geralda Eunice Moreira e Rocha
Categoria: Cronica

Comida Cobu

Vocês sabem o significado da palavra cobu, a broa que comemos! Muitas pessoas não sabem o que significa e nem a conhecem.
Vou apresentar a vocês o famoso cobu da nossa região,que é uma delicia! Essa maravilhosa receita foi trazida pelos escravos que vieram para o Brasil, e deixaram-na como lembrança para brasileiros.
Hoje, ela vem sendo transmitida de geração a geração. Pessoas mais velhas possuem o conhecimento do cobu e também detêm a mágica para ele ficar mais saboroso.
Os ingredientes do cobu são: a coalhada, o queijo, o fubá, a abóbora, a manteiga, os ovos, o açúcar e o sal. Há também os ingredientes que servem para ajudá-lo a ficar mais gostoso que são acrescentados.
Há uma grande diferença da broa para o cobu, ele é enrolado em folha de bananeira, material usado para não deixa-lo queimar. É assado no forro de barro ou de “taia de cupim” (retirado no campo ou se faz o forno em lugar do cupim) para dar um sabor mais saboroso ao seu prato.
Essa delicia não é feita a qualquer hora. Geralmente há datas especiais para faze-lo, ou seja, ele é fabricado nas festas juninas ou em festas tradicionais da região.
A matéria prima do cobu, é o fubá, que é moído em moinho. Este cuidado faz com que o prato fique mais crocante e mais apetitoso, com jeitinho gostoso de nossa região!

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Escola Municipal João Baiano
Aluno: Helcio Júnior Santos Almeida
Série: 9º. Ano
Professora: Geralda Eunice Moreira e Rocha
Categoria: Poema

Tudo isso é globalização!

Trem movido a vapor,
navio a carvão,
telescópio para ver constelação
tudo isso é globalização!

O carro a gasolina,
os avanços das usinas,
tecnologia no notebook,
criação do facebook.

Avanço nas industrias,
robôs em criação,
mão de obra humana,
que não seja escravidão,
tudo isso é globalização

Os meios científicos,
a globalização inovou
e até um novo status
a medicina alcançou.


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Escola Estadual Aurélio Pires
Aluno: Iago Henrique Pereira
Série: 6º. Ano
Professora: Andréia Aparecida Almeida Nascimento
Categoria: Poema

Gouveia Cobu

Gouveia, minha cidade aconchegante,
Com seu brilho radiante,
Acolhe muita gente
Até mesmo pessoas de lugares diferentes.

Gouveia, traz na sua história uma senhora
Proprietária de escravos da tribo Kobu,
Que, com muita tradição
Faziam um delicioso bolo chamado Cobu.

Cobu é uma quitanda,
Assado na folha de bananeira.
Com queijo ou sem queijo ,
É o Cobu da Gouveia.

Quem não experimentou
Precisa experimentar.
Vira vício, comer o Cobu,
Na nossa Gouveia.

Já dizia, meu avô:
“Aqui é Gouveia!
Aqui é Cobu!
Aqui é Cobu da Gouveia!
Sapato sem meia!
Sem folha de bananeira,
Não tem Cobu da Gouveia!”


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Escola Estadual Augusto Aires da Mata Machado
Aluna: Mariana Carolina de Ávila Canali
Série: 7º. Ano Âmbar
Professora: Márcia A. Moreira
Categoria: Cronica

Mãe

Mãe é uma palavra pequena, de três letras, mas que tem mais de mil significados.
O dia das mães é um dia muito especial, pois por elas sofrerem pelos filhos, amá-los e muito mais, elas merecem um dia só para elas.
Mãe é a pessoa que nunca deve ser desrespeitada, porque foi ela que colocou o filho no mundo, com muito amor e carinho, é a mulher que gera ou dá a luz a um filho, mas também pode ser aquela que cria um filho como se fosse seu, dando-lhe carinho e proteção.
As mães merecem respeito e muito amor de seus filhos, pois fazem de tudo para agradá-los, sofrem com seus sofrimentos e querem que estejam super bem.
Existem mães de todos os tipos: morenas, ruivas, negras, brancas, não importa o jeito delas, mãe é mãe. Devemos amar a mãe da gente do jeito que ela é, pois elas nos amam do jeito que somos.

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Premiada
Prêmio: R$1.000,00


Escola Estadual Ciro Ribas
Aluna: Marizabel Conceição Figueiredo Fonseca
Série: 3º ano Ensino Médio
Professora: Deysiane Maria Assis Zille
Categoria: Cronica

Um Laço de Fita

Corria pelo descampado, corria o mais rápido que podia. O meu cabelo liso e castanho voava como roupa seca no varal. Três e quinze (15h15min), hora de tomar o café da tarde. Preciso correr mais rápido, pensava. Vovó não aceita atrasos!
Ela me fazia bordar e sempre pentear o cabelo, lavar as mãos e sentar de pernas fechadas. Ah! Coisas de menina moça! Não gostava disso, queria mesmo era brincar no campo, mas Dona Joana, a empregada, fazia questão de dizer “menina moleca! Levada que só! Desse jeito não arruma pretendente!” Não que eu não pensasse em me casar e desse jeito sem gostar de ser “dona de casa normal” era difícil achar um garoto que me achasse interessante.
Três e vinte. Atrasada de novo! Ele então me gritou:
- Menina! Menina, seu laço de fita caiu.
Pela primeira vez gostei de usar laço de Fita no cabelo. Rapaz bonito, educado e que apanhou meu laço pra mim. Aqueles olhos claros me reviraram de cima em baixo. Acompanhou-me até em casa e disse que não gostava de donas de casa normais, meu coração parou. Nessa noite, eu nem dormi, ele se chamava Pedro Ricardo Filho, futuro dono da farmácia da esquina.
Algum tempo depois tive a certeza, estava apaixonada. Hoje, o atual dono da farmácia, esse tal de Pedro Ricardo, todas as manhãs penteia o meu cabelo e amarra um laço de fita que um dia, um garoto apanhou para mim.

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Escola Estadual Aurélio Pires
Aluno: Mateus de Oliveira
Série: 7º Ano
Professora: Edilza Aparecida Ribas Paulino
Categoria: Cronica

Cobu

O Cobu é uma quitanda típica de Gouveia. Nós, gouveianos, recebemos esse apelido devido a História da portuguesa Maria Gouveia, a qual foi responsável pela existência da nossa comunidade.
A importância do nome Cobu nos remete uma parte do histórico de nossa cidade. Ele se originou da tribo de escravos Cobu, sendo esses trazidos por Maria Gouveia. Os escravos faziam essa fantástica quitanda usando os seguintes ingredientes: fubá, queijo, coalhada, abóbora madura, ovo, sal, açúcar, cravo, erva-doce. Os mesmos usavam a folha de bananeira, que era levada ao calor do fogo com a finalidade de murchá-la. Ela era usada por um recurso da época e também pelo fato da massa ser bem mole e aconchegando essa massa na folha a quitanda adquiria o formato esperado depois de assado no forno de barro.
A história de Gouveia se deu com a chegada da portuguesa Maria Gouveia, trazendo consigo alguns escravos africanos da tribo Kobu, que eram devotos de Nossa Senhora do Rosário, e com ela trouxera a imagem de Santo Antônio.
Conta-se que Maria Gouveia mandou construir uma capela em homenagem a Santo Antônio, onde atualmente se encontra a Matriz de Santo Antônio, porque o santo, à noite, sem uma explicação convincente e lógica, fugia de sua residência e insistia em aparecer sempre no Arraial, e mesmo os seus escravos retornando com o santo, esse sempre se encontrava distante do sítio de sua dona, e assim entendeu-se que o santo realmente teria que ser homenageado com a fundação de sua própria capela.
Atualmente, podemos encontrar o nome Cobu em diversos estabelecimentos de nossa cidade, dentre eles: supermercado Opção Comercial Kobu, Posto Kobu, Topa Tudo Kobu, Rádio Kobu e também a KobuFest, que é uma grande festa de integração regional, onde gouveianos ausentes e moradores revivem grande manifestação de acolhimento e alegria no mês de julho.
A população gouveiana é estimada em 12 mil habitantes E a cidade é considerada pacata, acolhedora e única, que aconchega de forma prazerosa todos que aqui aninham, e até mesmo aqueles que somente a visitam são recebidos de maneira carinhosa por essa querida comunidade.
Quem é gouveiano nato sabe que o amor por esse lugar é particular e singular e está dentro de cada coração cobu, que só um povo como este conhece a sua origem, a sua trajetória e a sua singela história.

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Escola Estadual Joviano Aguiar
Aluno: Maycon Pereira da Silva
Série: 8º. Ano Monteiro Lobato
Professora: Desirê Adrienne Oliveira
Categoria: Poema

De que

De que vale o sol sem a lua
De que vale meu dia sem a presença tua
De que vale lhe amar sem lhe falar
De que vale o ímpar sem o par

De que vale um coração sem emoção
De que vale a luz sem a escuridão
De que vale o gosto do seu beijo
De que vale o beijo sem desejo

De que vale linha sem estrofe
De que vale um conselho pra quem sofre
De que vale poesia sem sentimento
De que vale ter você por um momento

De que vale o preto sem o branco
De que vale promessa sem santo
De que vale morte sem vida
De que vale sarar sem a ferida

De que vale música sem letra
De que vale jardim sem borboleta
De que vale você sem “eu”
De que vale Julieta sem Romeu

De que vale ir para a escola sem te ver
De que vale voltar e não te ter
De que vale esse poema agora acabar
De que vale tudo isso sem poder lhe falar


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Escola Estadual Joviano Aguiar
Aluno: Otávio de Moura Ávila
Série: 1º ano curso médio
Professora: Maria Juliana de Almeida
Categoria: Poema

Kobu: uma delicia tradicional

Venho hoje falar de uma coisa bem conhecida
Pra alguns só um lanche, para outros uma maravilha
Aquele sabor gostoso do milho junto com o queijo
Uma gostosura com café até melhor do que beijo.

Uma receita antiga bem mais que legado
Hoje comida de granfino antes comida de escravo
Delicia da minha terra que derrete na boca
Esse saber simples é uma coisa louca.

Para comer á tardinha não tem nada melhor
Que tal um cafezinho com kobu da vovó?
Iguaria brasileira conhecida em vários cantos
Ás vezes penso que é até comida dos santos.

Receita brasileira igual não tem no mundo
Ao comer me sinto rei ainda me iludo
Com o kobu na mão sentado lá no quintal
Viajo tão longe que vejo Brasil colônia de Portugal.

Alguns anos depois vejo negra lá na senzala
Repartindo a iguaria ao acabar de criá-la
Hum! Que delícia, que cheirinho gostoso!
Volta para Gouveia, cidade do kobu, vou correndo
Feito com fubá cravo , queijo e açúcar e aquecido no forno de barro!!


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Escola Estadual Aurélio Pires
Aluna: Paola Kelly B. Pereira
Série: 6º Ano
Professora: Arlete Mendes de Almeida Rodrigues
Categoria: Poema

Quem sou eu

Espelho, espelho meu
Diga a verdade quem sou eu.
Às vezes sou estilhaço,
Ás vezes viro mil,
Sou a estrela a brilhar,
A onda que vai passar,
A estrada que fica,
O vento que sopra,
A semente que brota,
A água que mata a sede,
O ar que respira a flor.,
O sol que aquece o chão.
Aí volto a me perguntar:
Espelho, espelho meu,
Diga a verdade, quem sou eu?


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Escola Municipal Professora Zezé Ribas
Aluna: Railaine Aparecida Carvalho Silveira
Série: 8º. Ano
Professora: Patrícia de Fátima Souza Costa
Categoria: Cronica

O cavaleiro fantasma

As minhas duas irmãs mais velhas odeiam que comentem casos de assombrações. Quando isso acontece, elas ficam vermelhas igual a tomate e tremendo as pernas como se fossem estar na terra dos pingüins.
Na minha comunidade tem alguns pés de eucaliptos onde existe uma porteira de madeira. Certa vez, minha mãe ia viajar para Nova Serrana. Então, do ponto onde ela estava, liga para as minhas irmãs para levarem, o resto de suas malas.
Já era noite! Elas estavam vindo com as pernas tremendo, os cabelos dos braços arrepiados e vermelhas de medo.
Elas nem conseguiam olhar para trás, porque tinham árvores enormes fazendo sombra e balançando. Naquele momento, eram uma 7 horas da noite.
De repente, um cavalo desceu correndo com um homem muito estranho. Estava com roupas pareciam do faroeste e com um saco pendurado na cintura.
Elas pensaram que aquele saco era para colocá-las lá dentro. Aí que deram nas pernas mesmo!
Deixaram todas as malas na estrada. Chegando no ponto já com as pernas moles de correr, a mãe perguntou onde estavam suas coisas.
Elas explicaram que havia um homem no cavalo correndo atrás delas e com um saco enorme. A sua mãe grita que isso não incluía o fato do desaparecimento de suas malas, mas com o tempo ela entendeu.
Entrando em casa pálidas, falaram com o pai.
Nós tomamos um baita susto com um fantasma em cima de um cavalo maluco!
Seu pai estava zombando delas e desconfiado questionou:
Vocês têm certeza de que isso é verdade?
Já vi muitas histórias falsas!
È verdade, pai, ele estava até com um saco na cintura.
Seu pai, morrendo de rir, afirmou:
Aquele veio comprar as galinhas que eu tinha selecionado para ele!

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Premiada
Prêmio: R$1.000,00


Escola Municipal Professora Zezé Ribas
Aluna: Ranaly Katina Silveira
Série: 9º. Ano
Professora: Patrícia de Fátima Souza Costa
Categoria:Cronica

Uma mulher no canal

Meu avô se chamava Antônio. E se tinha uma coisa que ele adorava fazer era contar historias engraçadas e assustadoras para eu e minhas irmãs Roseane e Geisiane.
Um dia, ele me chamou para fazermos um favor a ele: irmos à casa do meu padrinho Jurandir buscar uma lata de leite.
Já era tarde, quase escurecendo. Sentimos medo, mas o enfrentamos mesmo assim. Vovô prometeu nos dar cinco reais a cada uma.
Enfim chegamos, conversamos um tempão. Quando percebemos, já estava tarde. Eram nove e meia da noite e cadê coragem para voltar para casa? Geisiane, a mais esperta, pegou a lata de leite e se despediu de todos. Eu e Roseane fizemos a mesma coisa, pegamos a estrada para casa sempre conversando uma com a outra para não lembrarmos das histórias assustadoras que nosso avô contava.
Resolvemos cortar atalho para a horta de padrinho Jurandir. Estávamos distraídas. De repente escutamos um barulho esquisito. Olhamos uma para a outra, depois para os lados.
Vimos uma mulher enorme com os cabelos compridos, pernas longas e vestido branco.
Meu Deus! Nessa hora nós só sentimos as pernas bambas, os dentes batendo e um arrepio no corpo todo.
Não vimos para onde foi a lata de leite. Para piorar, havia vários cachorros latindo no meio da horta, Quando percebemos melhor o que estava acontecendo, corremos, corremos e corremos... Quanto mais a gente corria, nem do lugar a gente saia. Parecia que alguma coisa estava nos puxando para trás.
Chamamos muito, pois não sabíamos o que fazer e a mulher nem se movia do lugar. Ela estava tempo todo na mesma posição e sempre nos observando com o vento batendo nos cabelos. Umas latas bateram umas nas outras. Corremos muito sem saber para onde estávamos indo. Juramos fazer varias promessas à Deus para chegarmos em casa. Ele nos ouviu, pois achamos o caminho. Geiseane gritou de uma vez, pois havia alguém segurando em seu ombro. Sentimos a morte perto, mas, para nossa alegria, era vovô que foi se encontrar conosco. Abraçamos vovô muito forte e chorando sem parar. Contamos o eu havia acontecido. Ele não agüentou de rir da nossa coragem e disse:
-Vocês estão imaginando coisa, meninas! Eu vou na horta ver o que há lá.
Resolvemos ir com ele, pois não queríamos ficar sozinhas nomeio da estrada.
Não era assombração nenhuma! Era apenas o espantalho de padrinho Jurandir em forma de mulher, pois havia um lenço que parecia ser cabelo, uma perna enorme de bambu e algumas latas penduradas batendo uma nas outras. Estava toda de branco dentro do canal de água para espantar os pássaros pretos e as maritacas para não comerem o milho.
Vovô quase morreu de rir e sorrimos umas para outra sem graça!
Quando enfim chegamos em casa ainda assustadas, vovô então perguntou?
- Pronto meninas, chegamos! Agora, cadê o leite? Eu já acendi o fogo na fornalha para fazer o angu de doce e já aproveito para beber um gole quente.
Explicamos o que havia acontecido com o leite. De uma vez ele passou a mão no chicote:
- É, né, bonitinhas! Agora vocês comem angu puro, viu!

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Escola Estadual Ciro Ribas
Aluna: Sâmara Soares Almeida
Série: 3º ano Ensino Médio
Professora: Deysiane Maria Assis Zille
Categoria: Poema

De olho na copa

No Brasil, durante alguns dias
A copa acontecerá
Todos cheios de esperança
Para esse título conquistar.

Torcedores e jogadores
Todos unidos em um só ideal
Levar a taça do hexa
Ser campeão desse mundial.

Nesse país tropical
Os estrangeiros vão chegar
Devemos mostra-los
A cultura desse lugar.

A seleção brasileira,
oito jogos vão disputar
Em cada jogo a arquibancada
Com eles vai vibrar.

Que só os que mereçam
A final vai chegar
Mas que seja o Brasil
O campeão triunfal.


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Escola Estadual Augusto Aires da Mata Machado
Aluno: Wesley Deivison Silva Santos
Série: 6º ano Safira
Professora: Marcélia Alves Ranulfo
Categoria: Poema

O aquecimento global

O Planeta Terra
É lindo e é legal,
Mas temos um problema
O aquecimento global.

Se o Planeta esquentar
Prejudica a criação,
A natureza tão bela
Que nos traz tanta emoção.

Ao longo dos anos
O ecossistema
É prejudicado
Por causa desse dilema.

Não podemos esquecer
Que é preciso diminuir
A queima de combustível fósseis
E a emissão de gás carbônico reduzir.

Muitos países então
Devem proteger suas florestas
Evitando as queimadas
Enquanto esse tempo nos resta

Promovendo o reflorestamento e
Contribuindo para amenizar
O efeito estufa na Terra
Deixaremos de nos prejudicar

O degelo nas calotas polares
Já é uma evidência
Se você ouve os noticiários
Verá as consequências.

Com o nível do mar em alta
Muitas ilhas submersas ficarão
Sem água doce
Não sobreviveremos.

O que nos resta então?

Pararmos com a destruição
Que tanto mal nos faz então.

Você que é humano
E gosta de viver
Preserve esse Planeta
Para podermos crescer.


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Escola Estadual Aurélio Pires
Aluna: Wítala Nayara Santos
Série: 7º Ano
Professora: Arlete Mendes de Almeida RodrigueS
Categoria: Poema

Fases da vida

Minha vida é bem assim,
Jeito de bonequinha,
Coração de anjo
Roupa de princesinha.

Sou criança,
Agora posso sonhar,
Fada madrinha e príncipe,
Meus destino é casar,
Em um castelo,
Vamos morar.

Sou jovem.
A responsabilidade não demora chegar.
A realidade faz parte da vida,
Mas não impede de amar.

Quando crescemos
Não paramos de sonhar.
Às vezes somos enganados,
No entanto, não deixamos de sonhar.

De ilusões e sonhos,
O homem vive.
Mas não esquece o que foi um dia.
Sonhos mudam a realidade.
E a mesma não impede de sonhar.